Jatos Embraer de empresa sul-africana voltam a voar para Madagascar

Os jatos Embraer da empresa aérea sul-africana Airlink voltarão a voar para Madagascar após o governo do grande país insular suspender uma proibição de três anos de voos comerciais de e para a África do Sul. O bloqueio da rota se deu por dois motivos, sendo o primeiro deles a pandemia, cujas restrições foram removidas em março do ano passado.

O segundo, no entanto, foi um caso burocrático. Uma disputa entre os dois países foi iniciada depois que três cidadãos malgaxes desembarcaram em Johanesburgo em um jato privado com 73,5 quilos de ouro contrabandeados de Madagascar. O governo malgaxe exigiu a devolução do tesouro e a extradição de seus cidadãos, agora presos na África do Sul. 

A rota para a África do Sul permaneceu fechada até a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU) entre as duas nações para combater o contrabando de recursos nacionais, relata a mídia local.

Apenas a Airlink possuía uma rota entre os dois países, de modo que foi a única companhia aérea afetada. A retomada das operações, que será realizada com jatos Embraer E70 ou E190, se dará em 14 de fevereiro em uma frequência de um voo por semana, aumentando gradativamente até chegar a um voo diário.

Carlos Ferreira
Carlos Ferreira
Managing Director - MBA em Finanças pela FGV-SP, estudioso de temas relacionados com a aviação e marketing aeronáutico há duas décadas. Grande vivência internacional e larga experiência em Data Analytics.

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