
A Motiva, responsável pela administração de 17 aeroportos no Brasil, incluindo terminais importantes como Curitiba (Afonso Pena), Goiânia, Navegantes, Foz do Iguaçu e São Luís, reafirmou seu compromisso com a sustentabilidade ao garantir sua 15ª inclusão consecutiva no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.
A recente composição do índice para 2026 conta com 69 empresas de 38 diferentes setores da economia, selecionadas a partir de rigorosos critérios que avaliam práticas ambientais, sociais e de governança, além do impacto positivo gerado para o país.
Raquel Cardoso, vice-presidente de Pessoas, Desenvolvimento Organizacional e Sustentabilidade da Motiva, destaca que “a sustentabilidade faz parte da estratégia da Motiva há muitos anos e, nos últimos ciclos, avançamos ainda mais com compromissos públicos para reduzir nossa pegada de carbono, aumentar a resiliência dos ativos frente às mudanças climáticas e proteger a biodiversidade nos territórios onde atuamos. Estar novamente no ISE reforça que essa agenda está no centro das nossas decisões de negócio e gera impactos concretos para as comunidades.”
Nos últimos três anos, a companhia acelerou suas iniciativas sustentáveis, tornando-se em 2023 a primeira no setor de infraestrutura de mobilidade no Brasil a ter suas metas de redução de emissões aprovadas pela Science Based Targets initiative (SBTi).
O compromisso abrange uma redução de 59% nas emissões dos escopos 1 e 2 e 27% no escopo 3 até 2033, tomando 2019 como base. Em 2025, a Motiva já superou sua meta para os escopos 1 e 2, com redução antecipada de 61% nas emissões diretas e de energia elétrica, comprovando a eficácia da sua estratégia climática.
Para fortalecer a descarbonização, a empresa investiu fortemente em energia renovável. Desde o início de 2024, 100% da eletricidade consumida em seus ativos de aeroportos, rodovias e trilhos vem de fontes limpas, por meio de geração própria, migração para o mercado livre e compra de certificados I-RECs.
Outras ações incluem o uso de biocombustíveis na frota leve, planos para eletrificação gradual dos veículos operacionais, ampliação do uso de combustíveis de baixo carbono para veículos não eletrificáveis e melhorias na eficiência energética de vagões e instalações.
No campo ambiental, a Motiva atua também no mercado de créditos de carbono, adquirindo junto à Reservas Votorantim cerca de 94 mil créditos da reserva Legado das Águas, maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil. Em 2024, aproximadamente 5 mil créditos foram utilizados para compensar 8,5% das emissões de escopo 1 da empresa.
Em 2025, a Motiva adotou o princípio “No Net Loss”, que visa evitar, minimizar e compensar impactos ambientais para garantir saldo neutro ou positivo nos ecossistemas. No mesmo ano, tornou-se a primeira empresa de infraestrutura de mobilidade da América do Sul a aderir ao Taskforce on Nature-related Financial Disclosures (TNFD).
Na área social, o Instituto Motiva comprometeu-se a investir R$ 1 bilhão até 2035, focando em três frentes estratégicas: Soluções Sustentáveis, para promover cidades mais verdes e resilientes; Redução das Desigualdades, voltada para democratização do acesso à cultura e educação; e Qualidade de Vida, com projetos em saúde e esporte. Entre 2023 e 2025, já foram destinados R$ 231 milhões para essas iniciativas.
Quanto à cadeia de fornecedores, 65% estão alinhados ao Programa de Contratações Sustentáveis da Motiva, e 182 fornecedores receberam capacitação em integridade e temas ESG.
Além disso, a Motiva é uma das fundadoras da Coalizão para a Descarbonização dos Transportes, que reúne 121 entidades e propõe ações para reduzir até 70% das emissões setoriais até 2050, atraindo investimentos verdes estimados em R$ 600 bilhões para o Brasil.
Essas iniciativas são acompanhadas pelo Comitê Interno de Sustentabilidade, formado por membros da diretoria-executiva e patrocinadores dos cinco pilares do eixo “Liderança Sustentável”, parte da estratégia Ambição 2035 da companhia.





