Grupo INFRACEA de serviços e gestão de aeroportos divulga sua Retrospectiva 2021

Instrutor de balizamento – Imagem: INFRACEA

Apesar do contexto da pandemia de COVID-19 que afetou fortemente o mercado da aviação, neste final de ano o Grupo INFRACEA comemora um bom 2021 em suas operações.

As três empresas que compõem o Grupo, INFRACEA Aeroportos, INFRACEA Serviços e INFRACEA Helipontos & Skyports, estiveram envolvidas em várias atividades ao longo desse ano que ajudaram a empresa a consolidar ainda mais a marca INFRACEA enquanto provedora de serviços no segmento aeroportuário.

Dentre as principais conquistas de sua Retrospectiva 2021, a empresa destaca:

– A participação no leilão de concessão do Aeroporto da Pampulha na Bolsa de Valores de São Paulo;

– O início da operação de terminais rodoviários pelo Terminal Rodoviário Miguel Mansur, em Juiz de Fora/MG;

– O início das operações de voos regulares da Azul Linhas Aéreas no Aeroporto de Guanambi/BA, pela primeira vez na história do aeroporto, após certificação junto à ANAC, também promovida pela INFRACEA, afirmando o compromisso e a capacidade técnica da empresa em fomentar o desenvolvimento dos aeroportos regionais;

– A Azul Linhas Aéreas aumentou as frequências de voos no Aeroporto de Mossoró/RN;

– Os Aeroportos de Caruaru/PE e Serra Talhada/PE foram, respectivamente, os dois aeroportos mais movimentados de toda a malha da Azul Conecta em novembro/2021, após 1 ano do início das operações;

– Graças à sua capacidade técnica e assertiva, a INFRACEA conseguiu deslocar e homologar o PAPI, implementar as ações necessárias à certificação operacional, homologar a EPTA (órgão de prestação de serviços de informação de voo e alerta), aprovar os sistemas de controle do tráfego aéreo pelo Comando da Aeronáutica culminando com a aprovação em voo de inspeção da aeronave do GEIV do Aeroporto Regional do Planalto Serrano, em Correia Pinto/SC, cumprindo com mais um requisito previsto para a operação de voos a jato nos aeroportos INFRACEA;

– A Azul Linhas Aéreas anunciou o início dos voos regulares entre o Aeroporto Regional do Planalto Serrano, em Correia Pinto/SC, e o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas/SP, a partir de 31 de janeiro de 2022. Os voos serão operados pelos jatos Embraer 195 E1;

– Em uma aposta de investir nos Programas de Manifestação de Interesse (PMI), foi criada nova área na empresa, a Coordenação de Estudos Aeroportuários, que produziu os PMIs de Jaguaruna/SC, Passo Fundo/RS e Santo Ângelo/RS, além de dar suporte a estudos de novas concessões (até dos internacionais), análise de participações em leilões, cálculos de outorgas, CAPEX e OPEX, bem como na elaboração de diversos estudos e projetos aeroportuários. Isso no mercado aeroportuário, de rodoviárias e de outros investimentos em infraestrutura;

–  O Centro de Instrução AVSEC da INFRACEA foi homologado pela ANAC, com duas turmas já formadas, incorporando-se à já existente Academia INFRACEA;

– Foram elaborados mais de 10 Planos Básicos de Zona de Proteção de Aeródromo, Processos COMAER, Análises de objetos Projetados no Espaço Aéreo, provendo ainda mais segurança nas operações aéreas, integrando o modal promovendo o desenvolvimento de cidades, indústrias e construção civil de forma segura e planejada;

– Foram desenvolvidos os Planos de Gestão de Infraestrutura dos Aeroportos de Macaé/RJ e Vitória/ES para a Zurich Airport Brasil e de Fortaleza/CE e Porto Alegre/RS para a Fraport, auxiliando grandes aeroportos a planejar seus investimentos, desenvolvimento e crescimento em prol de uma melhor infraestrutura e serviços aos usuários e em atendimento aos contratos de concessão;

– O contrato de manutenção do lado ar do Aeroporto de Fortaleza/CE foi renovado por mais três anos, após uma parceria de sucesso ao longo de dois anos aliada a outros serviços nesse mesmo aeroporto, como uma obra de grande porte dos balizamentos em LED e toda a infraestrutura de alimentação elétrica;

– Foi inaugurada a INFRACEA Helipontos & Skyports com atendimento a importantes empreendimentos, bancos e empresas da cidade de São Paulo, a segunda maior frota de helicópteros do mundo. Assim, com uma nova sede na capital financeira da América do Sul, o Grupo INFRACEA se faz ainda mais presente no principal mercado econômico do Brasil, provendo ainda mais capacidade de atendimento a clientes na cidade e em todo o Estado;

– Foram assumidas as operações das EPTAs (Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo) da Azul Linhas Aéreas em Marília/SP e Araçatuba/SP, importante órgão de serviços de navegação aérea e para a segurança das operações;

– Foi assinado contrato com a Zurich Airport Brasil para a operacionalização do Offshore Services, pacote com soluções completas e customizadas para a aviação offshore no Aeroporto de Macaé/RJ. Assim, a INFRACEA prestará um serviço de qualidade, provendo suporte à Petrobrás e às demais empresas que operam na maior bacia petrolífera do Brasil.

O Diretor-Presidente da INFRACEA, Sr. Fernando Siqueira, finalizou comentando o que segue:

“O ano de 2021 foi um ano de desafios e de superações. O mundo foi atingido por uma pandemia jamais vista, teve de se adaptar e enfrentar o desconhecido. A ciência se superou e estamos conseguindo ultrapassar esse período.

Para a INFRACEA também foi um ano de superação de metas e desafios com crescimento exponencial, mesmo com as dificuldades econômicas e de saúde pública mundial pelas quais passamos. 2022 será um ano ainda melhor, continuaremos nos adaptando e confiando na ciência, em especial da saúde pública, mas também na ciência aeronáutica e aeroportuária, ajudando o Brasil a incrementar e investir na infraestrutura aeroportuária.

Já está consagrado o sucesso das concessões dos aeroportos federais, com a entrada de empresas privadas e investimento públicos e privados. Portanto, devemos continuar confiando nessas mudanças de sucesso e permanecer nesse sentido, também nos aeroportos regionais, de Estados e Municípios, ou seja, provendo meios para que as empresas privadas também possam transformá-los ainda mais em vetores, não somente de desenvolvimento econômico, mas, principalmente, social.

Não pode haver retrocesso no que comprovadamente está dando certo. O Brasil merece e está bem nesse sentido, com uma infraestrutura melhor na aviação regional, dando condições para as empresas privadas dos setores da aviação e aeroportuário, a implementar suas capacidades, qualidade e eficiência”.

Informações da INFRACEA

Murilo Bassetohttp://aeroin.net
Formado em Engenharia Mecânica e com Pós-Graduação em Engenharia de Manutenção Aeronáutica, possui mais de 6 anos de experiência na área controle técnico de manutenção aeronáutica.

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