
Um quadrijato Airbus A340-300 fabricado em 2000 e que pertenceu à Luftwaffe, a Força Aérea da Alemanha para transporte do chanceler e autoridades, foi colocado à venda.
A aeronave foi fabricada para Lufthansa e comprada pela Luftwaffe em 2011, tem número de série 355 e anteriormente registrada como 16+02 na Luftwaffe, acumula 50.710 horas de voo e 8.768 pousos. Segundo o anúncio de venda, o avião conta com uma configuração interna para 145 passageiros e capacidade para realizar voos sem escalas por mais de 15 horas.

O interior foi desenvolvido para operações executivas e inclui uma suíte executiva, centro de comunicações, sala de conferências e lounge. A configuração busca combinar o alcance intercontinental do A340-300 com um ambiente destinado a reuniões privadas, viagens executivas e deslocamentos de longa distância.
Também estão inclusos vários assentos-cama tanto de primeira-classe como de classe executiva, além de poltronas da classe econômica e alguns sofás-cama nas suítes, que também contam com ducha.

O anúncio também informa que a aeronave será entregue com uma nova pintura totalmente branca, apesar de ainda hoje ostentar as faixas nas cores do país. A configuração de 145 passageiros permanece como uma das principais características do avião, que oferece um espaço interno significativamente maior do que o encontrado em jatos executivos convencionais.
Com autonomia para operações intercontinentais e uma configuração voltada ao transporte de passageiros VIP, o A340-300 representa uma alternativa de grande porte para operadores privados e governos que necessitam transportar grupos numerosos em viagens de longa duração.



A aeronave está a venda pela empresa JetCraft, que não divulgou valores para compra. Para termso comparativos, existe hoje apenas um único outro A340 VIP à venda e está disponível por US$ 12 milhões (R$ 62 milhões).
Porém este outro avião à venda é da versão A340-200, de fuselagem encurtada, foi fabricada em 1996 e tem apenas 2.664 horas voadas. O jato foi fabricado para o Sultão de Brunei, sendo vendido depois para o governo da Arábia Saudita e por último para o governo da Líbia, e está sem voar desde 2023.
