
A Air New Zealand recebeu seu primeiro Boeing 787-9 de nova geração, tornando-se a pioneira global a operar o Dreamliner com capacidade de peso máximo de decolagem ampliado (iMTOW – increased MTOW) e certificada.
A aeronave, registrada como ZK-NZT, chega a tempo do verão do Hemisfério Sul, oferecendo maior flexibilidade de carga e passageiros, especialmente para operar rotas longas como Auckland–Nova York. Outro 787-9, ZK-NZS, deve ser entregue nos próximos dias.
Essa nova configuração permite à companhia transportar mais passageiros, bagagens e carga em voos de longa distância, aumentando a eficiência operacional.
O novo 787-9 conta com 219 assentos, distribuídos em oito Business Premier Luxe, 34 Business Premier, 52 Premium Economy e 125 Economy, incluindo nove poltronas Skycouch e 24 Economy Stretch, voltadas para maior conforto no longo curso.
Paralelamente, foram concluídas as reformas de cabine em 13 dos 14 787-9 já existentes na frota, com previsão de que a última aeronave retorne ao serviço até o fim de 2026. A Air New Zealand pretende também renovar por completo as cabines Business Premier e Economy dos 777 durante 2027.
Apesar da chegada do novo avião, a companhia anunciou o adiamento do lançamento da SkyNest—sistema inovador de cápsulas para dormir em classe econômica, originalmente planejado para dezembro de 2026.
O processo de certificação regulatória está levando mais tempo que o esperado e, para não atrasar a entrada em operação do novo 787-9, a instalação das cápsulas será feita após a alta temporada do verão. Uma nova data para estreia da SkyNest ainda não foi divulgada.





