
A Alliance Aviation Services e a Qantas revisaram seu contrato de wet-lease de longo prazo, estabelecendo termos comerciais aprimorados e diminuindo o número de aeronaves Embraer E190 dedicadas à parceria. A partir de 1º de julho, a Alliance receberá um aumento significativo nos valores pagos, além de um novo mecanismo anual de reajuste que refletirá melhor os aumentos futuros de custos.
O acordo revisado reduz a frota alocada para o contrato de 30 para 23 aeronaves no ano fiscal de 2027, em função da redução das horas previstas de voo, liberando os aviões para outras oportunidades de operação. A Alliance prevê que essa revisão trará melhorias importantes na rentabilidade e no fluxo de caixa, fortalecendo a parceria de longo prazo com a Qantas.
Stewart Tully, diretor-gerente da Alliance, destacou que os novos termos são um passo relevante no programa de transformação da empresa, voltado para aumentar a resiliência operacional e financeira.
Para adequar-se à menor demanda de voos, a companhia iniciará um processo gradual de consulta com seus colaboradores, ajustando a força de trabalho e o modelo operacional, sempre priorizando segurança, conformidade regulatória e desempenho operacional.
A Alliance reafirmou a projeção de lucro operacional antes de impostos para o ano fiscal de 2026, estimando resultados no centro da faixa previamente divulgada, entre A$ 35 milhões e A$ 40 milhões. Detalhes adicionais sobre o impacto financeiro do novo acordo serão apresentados junto com os resultados do exercício, previstos para 25 de agosto de 2026.





