
EXCLUSIVO – A Iberia manterá sua posição atual na Venezuela, sem expansão planejada de voos ou uso de aviões próprios na rota que é uma das mais disputadas entre a América Latina e a Europa.
Hoje servida por até seis voos diários com uma mistura de companhias aéreas espanholas e venezuelanas, com aviões próprios e terceirizados, a rota Caracas – Madri representa a forte retomada do setor aéreo venezuelano no período pós-Maduro e pós-terremoto.
Atualmente a rota é feita pela Iberia (Privilege Style), Laser Airlines (HiFly), Estelar Airlines (Iberojet), Air Europa e Plus Ultra, com um diverso mix de aeronaves Airbus A330-200/-900neo e Boeing 787 Dreamliner.
A situação é bastante similar à que ocorreu na vizinha Colômbia anos atrás, porém as grandes Avianca, Air Europa e Iberia prevaleceram nestas localidades. Em entrevista ao AEROIN, o diretor de Estratégia, Transformação e Sustentabilidade da Iberia, Diego Fernandez, afirmou que novos investimentos na Venezuela não estão previstos: “Por agora não tomamos nenhuma decisão a respeito“.
Por outro lado, a empresa continua apostando na América Latina como um todo e não vê a compra da TAP pela Lufthansa como grande ameaça, como mostraremos nas próximas matérias desta entrevista realizada diretamente no escritório da companhia aérea espanhola.
O AEROIN viajou a Madri a convite da Iberia





